Capítulo 33
Coroação de Cinza
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Capítulo 33
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A coroa chegou amassada.
Um ourives a fizera com ferro dos sinos derrubados e ouro retirado da antiga mitra de Merrow. Quando o pajem abriu a caixa, Bella passou o dedo pela borda torta.
— Pesa menos do que parece — disse.
— Isso costuma ser defeito em coroa — respondeu Alice.
Estavam na sala dos Doze, embora só nove cadeiras tivessem ocupantes. A cadeira eclesiástica maior permanecia vazia. O marechal da guarda usava uma faixa sobre o olho. Mereth enviara selo e cobrança. Oren enviara dois representantes que discordavam até sobre onde sentar. Thorne cercava Calderis do lado de fora; Rolf, solto numa troca de prisioneiros, proclamara Bella ilegítima.
Sete selos repousavam sobre a mesa. Um era provisório. Outro vinha rachado ao meio e reunido por barbante.
— A Lei exige selo eclesiástico maior — disse lorde Perrin Oren.
Odran estava na galeria, sem estola.
— Não dou.
— Foi prior de Salgária.
— Fui muitas coisas ruins. Não serve de qualificação.
Perrin voltou-se para Cade.
— E você?
O acólito ergueu a bengala.
— Ainda tenho febre e nenhuma ordenação.
Bella fechou a caixa da coroa.
— Então alteramos a Lei.
— Não se altera sucessão durante sucessão.
— Alteraram quando criaram o selo eclesiástico para pagar o pacto. Temos registro público.
Dame Ysolde Mereth bateu o anel na mesa.
— Minha casa aceita substituir o selo por reconhecimento de cinco distritos e dois oficiantes funerários eleitos.
— Em troca? — perguntou Alice.
— As rotas de Kess por doze anos.
— Dez — disse Bella.
— Onze e perdão de juros da Coroa.
— Juros contraídos pela Igreja não são da Coroa.
Negociaram durante uma hora enquanto a praça esperava. Alice comeu duas bolachas, Finn roubou a terceira e Bren dormiu sentado. A coroação de um reino parecia qualquer venda de enguias, apenas com roupas melhores e mais homens armados do lado de fora.
Fecharam em dez anos, metade dos juros e auditoria anual. Cinco delegados de distrito molharam os polegares em tinta e marcaram o decreto. Dara Mott e Weylin assinaram como oficiantes. O marechal reconheceu Bella. O sétimo selo rachado permaneceu visível.
— Uma coroa com emenda — disse Bella.
— Combina com a cidade — respondeu Alice.
A praça aclamou e vaiou na mesma medida.
Viúvas das Tinas ergueram placas com o nome de Nera Sol. Soldados Vale batiam lanças. Fiéis do Fogo cantavam a antiga liturgia de costas para o palanque. Além da muralha, trombetas de Thorne respondiam.
Antes que a cerimônia começasse, um mensageiro de Rolf atravessou a praça sob bandeira branca. Trazia barro até os joelhos e um estojo de couro lacrado.
— Casa Thorne reconhece assembleia, não coroação — anunciou. — Oferece retirar tropas se Bella Vale aceitar regência de um ano e novo Conselho ao fim.
Bella leu sem convidá-lo ao palanque.
— Quantos homens têm comida para uma semana? — perguntou.
O mensageiro manteve o rosto imóvel.
— Não vim discutir provisão.
— Então têm para quatro dias.
Dame Ysolde aproximou-se.
— Thorne controla a estrada norte. Pode cortar sal.
Nessa levantou a voz da multidão:
— Sal do norte está contaminado.
Risos ásperos percorreram a praça. O mensageiro corou.
Bella ofereceu retirada segura, pagamento de metade do soldo atrasado aos soldados que jurassem não atacar civis e assento futuro para Thorne no Conselho sem veto sobre os novos registros. Rolf teria de responder pelo golpe, não a casa inteira.
— Isso é humilhação — disse o mensageiro.
— Humilhação é perder guerra com fome. Isto é contrato.
Alice observou os homens de Thorne além do portão. Muitos eram camponeses em cota emprestada. Vharos perdera comando sobre Coroados; não perdera fome humana.
— Inclua comida na retirada — disse ela.
Bella olhou de lado.
— Eles cercaram a cidade.
— E vão saquear aldeia se partir sem grão.
Ysolde fez a conta nos dedos.
— Cinco sacos por companhia.
— Três — disse Nessa.
Fecharam em quatro, descontados do soldo. O mensageiro partiu com a proposta e a coroação continuou sob a possibilidade de ataque. Ao meio-dia, metade das fogueiras de Thorne apagou. A outra metade permaneceu.
Bella não ajoelhou diante de bispo. Sentou numa cadeira de madeira que pertencera ao tribunal dos notários. Dara e Weylin ergueram a coroa juntos; as mãos dos dois quase a deixaram cair.
— Se cair, é presságio? — perguntou Finn.
— É braço cansado — disse Alice.
A coroa assentou torta. Bella não corrigiu.
Nilo leu os sete selos, os cinco distritos, o reconhecimento do marechal e a substituição provisória do selo eclesiástico. Cada exceção foi dita em voz alta. Nenhuma unanimidade foi inventada.
Bella jurou pagar soldo, abrir contas do tesouro e submeter pactos de sangue a três notários e assembleia pública. Quando chegou à defesa do reino, gritos de usurpadora atravessaram o lado norte.
Uma pedra atingiu o palanque. Bren a aparou com o antebraço bom.
— Primeiro presente do reinado — disse.
Bella levantou-se.
— Rhydan não está absolvido — declarou. — Eu também não. O Distrito das Tinas queimou por minha ordem. Nera Sol morreu sustentando uma retirada que não viria. Esses nomes serão lidos a cada abertura de Conselho até a dívida ser paga às famílias.
Alguns aplaudiram. Uma mulher cuspiu.
A honestidade não unificou a praça. Apenas impediu que a fratura fosse coberta por ouro.
Depois, Bella chamou Alice ao palanque.
Alice não se moveu.
— Não faça isso — disse a Bren.
— Eu não uso coroa.
— Ela vai me transformar em símbolo.
Finn mordeu a bolacha roubada.
— Pode dizer não em lugar alto. É mais divertido.
Alice subiu.
Bella ofereceu-lhe o título de Guardiã dos Nomes Livres, assento no Conselho e terras tomadas da Igreja.
— Título inventado hoje — disse Alice.
— Todos foram inventados num dia.
— E apodreceram no seguinte.
Risos nervosos correram pela praça.
— Recuso — continuou Alice. — Não guardo nome alheio. Não sirvo de prova viva de que sua coroa é justa. Meu sacrifício não absolve Casa Vale.
Bella recebeu a recusa sem sorrir.
— O que aceita?
Alice tinha preparado a resposta com menos poesia e mais conta.
— Uma casa em Lorn Baixo, na rota oeste. Foi posto de pedágio da Igreja; agora está vazio. Quero licença de curandeira sem dízimo, salário por cinco anos para inspecionar água e solo por Ferrugem, e direito de treinar quem quiser aprender. Metade paga pela Coroa, metade pelos municípios que puderem. Os pobres pagam em trabalho ou nada.
— E o título?
— Curandeira.
— Inspetora de água.
— Palavra feia.
— Portanto governamental.
Bella aceitou. Nilo registrou. Alice pediu ainda uma horta, duas cabras, ferramentas de parto e uma prensa pequena para copiar avisos sobre poços.
— Está cobrando com juros — disse Bella.
— Aprendi com Kess.
Um homem de Oren pediu a palavra.
— Se a criança de Venn for Ardel, poderá reclamar assento e terras. A Coroa precisa de declaração antes que a senhora parta.
A praça ficou atenta. Alice sentiu a armadilha fechar-se com linguagem legal.
— A criança ainda não nasceu.
— Justamente. Um compromisso agora evita disputa.
— Compromisso de quem não consegue respirar fora do meu corpo?
Perrin Oren levantou-se na mesa dos selos.
— A Lei reconhece herdeiro concebido.
— Reconheça direito material. Não obrigação.
Bella pediu o texto da metade da confissão. Alice entregou apenas a página sobre bens. Nilo leu: renda, nome opcional, ausência de tutela automática, nenhuma promessa de casamento.
— Lucas Ardel assinou isso? — perguntou Perrin.
— Assinou — disse Alice.
— E permite que seu herdeiro cresça fora das terras?
— Permitir é palavra errada. Ele reconheceu que não manda.
O debate durou até os sinos da tarde. Casas queriam transformar a criança em peça sucessória; Bella precisava impedir sem abrir mão de possível aliança futura. Alice exigiu cláusula simples: até a maioridade, nenhum selo poderia ser reivindicado em nome da criança; depois, ela escolheria. Ardel pagaria renda sem receber voto.
— Isso deixa título suspenso por quase vinte anos — protestou Ysolde.
— Títulos sobreviveram séculos de coisa pior.
Bella selou.
Alice desceu do palanque com cópia dentro da camisa. A gravidez pesava politicamente porque nobres enxergavam sangue antes de pessoa. Não dera força ao rito; dava trabalho a notários, e trabalho de notário podia ser enfrentado com tinta.
Ao descer, a multidão não sabia se aplaudia. Alice preferiu assim.
Finn fez sua escolha no estábulo.
Havia três ofertas. Odran o levaria a Salgária para ajudar com os ritos. Bren o treinaria como caçador, embora jurasse que não queria aprendiz. Bella oferecia escola de notários, comida e quarto.
Alice oferecia viagem ao oeste, trabalho numa casa ainda sem telhado e liberdade escrita para partir.
Cada adulto apresentou a própria proposta como se não apresentasse.
Odran encerava uma correia da mala.
— Salgária tem biblioteca, horta e gente que ouviu coisas piores do que você.
— Tem sino? — perguntou Finn.
— Três. Podemos tirar os badalos.
— E vão me estudar?
Odran puxou a correia entre os dedos.
— Alguns vão querer. Eu proibiria enquanto tivesse autoridade.
— E depois?
— Você aprenderia a dizer não melhor.
Bren afiava a faca destinada ao menino.
— Caça paga. Voz às vezes ajuda a achar Lembrado.
Alice virou-se para ele.
— Você quer usar a fresta.
— Quero que ele saiba matar o que já o encontra.
— Essa foi a desculpa de Sybelle.
Bren parou a pedra.
— Sybelle ensinava criança para cumprir trabalho dela. Eu ofereço trabalho que existe com ou sem o menino.
— E se a voz mandar para armadilha?
— Ele aprende a desconfiar.
Finn pegou uma ferradura e jogou de uma mão para outra.
— Continuem. Gosto quando decidem minha vida fingindo discutir método.
Alice mordeu a resposta. Tinha feito o mesmo na catedral.
Bella mandara um contrato de escola. Quarto próprio, duas refeições, instrução em letras e contas; em troca, cinco anos de serviço como escrivão depois dos dezoito. Finn leu até a terceira cláusula.
— Ela compra sete anos por sopa.
— Sopa diária vale muito — disse Colm.
— Você aceitaria?
— Aceitaria tonelaria. Escriba fica sentado.
Finn olhou para Alice.
— E oeste?
Ela remendava a alça do alforje para manter as mãos ocupadas.
— Casa em Lorn Baixo. Inspeção de poço. Você ajuda se aceitar salário e horário. Fora disso, procura oficina.
— Comida?
— Enquanto morar comigo.
— Dívida?
— Lava a própria tigela.
— E se você decidir que voz me torna perigoso?
Alice passou a agulha pelo couro duas vezes antes de responder.
— Pergunto o que ouviu. Se achar que há risco, digo. Não entrego você a Odran, Bella ou Bren sem consentimento, salvo se estiver tentando matar alguém.
— E se a voz mandar matar você?
— Guardo faca enquanto dorme.
— Já guarda.
— Então continuamos eficientes.
Bren soltou ar pelo nariz. Odran não escondeu um sorriso.
Finn largou a ferradura.
— Quero ver os contratos por escrito.
Passaram a tarde redigindo quatro versões. Na primeira, Alice escrevera povoado seguro. Finn perguntou quem definia seguro. Na segunda, ela exigia aviso de três dias antes de ele partir. O menino riscou.
— Se eu precisar fugir de você, não aviso.
A frase feriu. Alice quis responder que nunca seria Sybelle. Em vez disso, lembrou quantas vezes a mãe usara nunca para cobrir coisa já feita.
— Certo.
Na terceira, Bren acrescentou que Finn não poderia aceitar trabalho com Reerguidos sem dois caçadores adultos. Finn manteve a cláusula por vontade própria. Na quarta, Odran incluiu acesso a Salgária sem obrigação religiosa. Bella garantiu que a renda de escola permaneceria disponível por três anos caso mudasse de ideia.
— Todo mundo deixa porta aberta — disse Finn. — Parece que esperam que eu escolha errado.
— Esperamos que escolha mais de uma vez — respondeu Alice.
Essa versão ele guardou.
— Quero ponte — disse Finn.
Colm, sentado num barril, assentiu como se já soubesse.
— As pontes de Lorn pagam aprendiz.
— E vozes não atravessam água corrente tão bem — acrescentou Finn. — Bren disse.
— Disse que algumas não atravessam — corrigiu Bren. — Outras adoram ponte.
Finn chutou palha.
— Ainda quero aprender madeira. Morto fala menos quando estou medindo viga. E Lorn recebe gente das aldeias queimadas. Posso procurar quem conheceu minha mãe sem ser o menino reerguido de Pedra-Fria.
Alice perguntou:
— Quer que eu ajude a procurar?
— Quando eu pedir.
— Certo.
— E quero meu dinheiro comigo.
— Está no contrato.
— E uma faca.
— Não está.
— Então revisamos.
Bren entregou uma faca curta, cabo de osso, sem cerimônia. Odran deu a Finn um pedaço da estola cortada. Bella mandou um manual de contas que ele fingiu desprezar e guardou primeiro.
Colm ficaria em Calderis com Nessa, ajudando nos armazéns de água. Queria aprender tonelaria. Alice lhe ofereceu lugar no oeste quando fosse adulto.
— Talvez — disse ele. — Alguém precisa impedir Ors de roubar concha.
Naquela tarde, Alice arrumou o alforje. Encontrou a camisa remendada de Lucas no fundo. O tecido cheirava apenas a sabão. Vestiu-a; servia de um modo que seu corpo reconheceu. Tirou antes de fechar a bagagem e dobrou-a junto à metade da confissão.
Wenna entrou com uma carta.
— Da fronteira.
Alice reconheceu a letra.
Não abriu. Leu apenas o nome no lado externo: Para Alice Venn, sobre saúde e bens, sem história não solicitada.
Guardou a carta.
O banquete de coroação serviu sopa de cevada.
Não havia carne suficiente na cidade. Bella comeu a mesma sopa que os guardas, sob os olhos de Nessa, que media conchas. Do lado de fora, Thorne mantinha fogueiras no horizonte. Dentro, Mereth cobrava assinatura antes da sobremesa inexistente.
Alice sentou entre Finn e Dara. Odran partia ao amanhecer. Bren começaria pelos poços do norte. Cade levaria cópias do pacto para Salgária.
— Parece despedida — disse Finn.
— Parece gente com trabalho em lugares diferentes.
Depois da sopa, Alice encontrou Bella na varanda.
A rainha retirara a coroa. Uma linha vermelha marcava sua testa.
— Arrependeu-se? — perguntou Alice.
— Desde antes de aceitar.
— Bom.
— Lucas pediu que eu não diga onde está além da fronteira leste. Disse que distância precisa ser real para não virar performance.
— Você disse mesmo assim.
— Disse menos do que sei.
Alice apoiou as mãos na pedra. A criança moveu-se com força suficiente para alterar o tecido da camisa.
— Ele não é homem sem história — disse. — Eu é que não tenho a parte dele.
— Diferença importante.
— Não use a criança para trazê-lo à corte.
— Não usarei.
— Registre.
Bella chamou um escriba.
Ao longe, as fogueiras de Thorne continuavam acesas. A coroa não encerrara guerra, o rito não limpara poço, a verdade não fizera bons governantes. Alice tinha uma casa sem telhado, um salário de cinco anos e um menino que queria construir pontes.
Era destino concreto o bastante para começar.
Na manhã seguinte, a proposta de Bella voltou assinada por seis capitães de Thorne e recusada por Rolf. O exército rachou. Companhias famintas aceitaram grão e depuseram lanças no campo diante da muralha; outras seguiram Rolf para o norte.
Alice acompanhou Nessa na distribuição. Cada soldado recebia quatro dias de cevada depois de entregar arma e nome. Muitos desconfiavam do registro.
— A Igreja registrava para Vharos — disse um rapaz.
— Isto registra para impedir que cobre soldo duas vezes — respondeu Nessa.
— E se eu não disser?
— Fica sem grão.
Política nova ainda usava fome. Alice anotou a objeção no relatório, embora soubesse que tinta não alimentava ninguém.
Rolf enviou um último recado chamando a criança de Alice de ameaça à sucessão. Bella quis prendê-lo por traição futura; Alice exigiu que registrassem a ameaça e deixassem que os capitães vissem.
— Se o prender agora, vira mártir — disse ela.
— Se o soltar, reúne homens.
— Já está reunindo. Tire a história bonita.
Cópias do recado foram lidas às companhias. Três oficiais abandonaram Rolf ao descobrir que ele planejava tomar uma criança ainda não nascida como garantia de selo. Não bastou para terminar a guerra, mas reduziu o exército que partiu.
Depois da rendição parcial, Alice visitou a casa de Lorn nos mapas do tesouro. O antigo pedágio cobrara dízimo de cinco aldeias e enviara nomes de nascimento à catedral. Ela mandou remover o cofre de registros, preservar as páginas civis e levar as fórmulas rituais aos notários.
— Vai precisar de dois empregados — disse Bella.
— Um. Finn trabalha na ponte, não para mim.
— Vai precisar de parteira.
— Contrato localmente.
— Guarda?
— Porta com tranca.
Bella suspirou e acrescentou verba para dois cães.
— Não pedi cães.
— A Coroa também escolhe como paga dívida.
— Desde que não escolha os nomes.
Fecharam o inventário: três camas, prensa, mesa, ferramentas, barris limpos, sementes, duas cabras e salário trimestral. Alice assinou como prestadora, não vassala.
Ao sair, encontrou Finn medindo uma carroça para saber se as vigas de ponte caberiam.
— Mestra Joa respondeu — disse ele. — Aceita me testar por um mês. Não promete manter.
— Quer ir mesmo se ela mandar você embora?
— Quero descobrir com ela, não com você.
Alice guardou o impulso de garantir outra oficina.
— Certo.
Finn mediu de novo. A primeira conta estava errada. Ele não pediu ajuda, e Alice conseguiu esperar até que encontrasse o erro sozinho.
Fim do Capítulo 33